Música e Adoração
Silêncio Também é Adoração
Num mundo de estímulo permanente, o silêncio pode se tornar espaço de reverência, exame interior e presença diante de Deus.
Esperamos no banco.
Pegamos o celular.
Entramos no elevador.
Celular.
Caminhamos.
Fones.
Deitamos.
Vídeo.
Silêncio se tornou desconfortável.
Talvez exatamente por isso precisemos recuperá-lo.
A Bíblia conhece silêncio
Habacuque:
“O Senhor está no Seu santo templo; cale-se diante dEle toda a terra.”
Salmo 46:
“Aquietai-vos.”
Elias encontra Deus numa voz suave.
Silêncio revela coisas
Quando o ruído para, aparecem:
medos,
ressentimentos,
culpas,
desejos.
Isso pode ser desconfortável.
Mas também pode gerar confissão.
O culto precisa respirar
Às vezes nossa liturgia é:
música,
anúncio,
oração,
vídeo,
sermão,
música.
Sem qualquer espaço para assimilar.
Talvez trinta segundos de silêncio depois de uma leitura bíblica sejam profundamente espirituais.
Silêncio não significa frieza
Uma pessoa silenciosa pode estar profundamente emocionada.
A Bíblia conhece celebração e reverência.
Precisamos das duas.
Experimente cinco minutos
Coloque o celular longe.
Leia um verso.
Respire.
Não peça nada.
Apenas permaneça.
Talvez seja difícil.
Continue.
Sábado e silêncio
Natureza.
Caminhada.
Leitura.
Contemplação.
Nem cada minuto do sábado precisa estar preenchido de programação.
A alma também precisa de espaço.
Diante de alguém que sofre
Os amigos de Jó fizeram algo muito bom inicialmente:
sentaram com ele em silêncio.
Depois começaram a explicar demais.
Às vezes presença é melhor que resposta.
Deus não precisa gritar para ser Deus
Semente.
Fermento.
Voz suave.
Coração transformado.
O reino frequentemente trabalha de maneiras discretas.
Talvez hoje você não precise de mais um vídeo.
Talvez precise desligá-lo e dizer:
“Fala, Senhor. Teu servo ouve.”